Blog Posts publicados pelo Dr. Fabiano sobre diversos assuntos

Agressão simbólica na medicina psicossomática

O termo agressão faz referência a um ataque com o propósito de afetar a integridade física, moral ou emocional de alguém. A agressão física é fácil de se detectar e entender, já as duas outras modalidades (a moral e a emocional) merecem olhares mais atentos e abordagens interdisciplinares para que sejam melhor elucidadas. Além disto, as formas de agressão interagem entre si. Uma agressão ao corpo pode afetar a alma (a dimensão emocional e a moral), uma agressão moral ou emocional pode afetar e ser representada no corpo, através de algum sintoma, daí o interesse da Medicina Psicossomática por este tema.

Este texto provavelmente ficará grande, visto ser impossível analisar decentemente este assunto sem tocar em alguns pontos cruciais. Vou me esforçar para ser o mais sintético possível.

Quanto a agressão física, é mais fácil caracterizá-la, uma vez que o que é físico é mais facilmente observável ou demarcável. No entanto, mesmo o que se encontra nesta ordem de coisas, apresenta algumas problemáticas. Observação e demarcação são instâncias que se complementam, mas, em muitas situações, também se excluem. Uma propriedade territorial, por exemplo, só pode ser observada após ser demarcada. Antes disto, só há um terreno, uma virtualidade, não uma propriedade. É algo da ordem do físico, mas só se torna visível (ou observável) depois de ser demarcado. Agora, há demarcações “não observáveis”. Neste ponto, a cabeça de alguns leitores já deve estar fervendo rsrs. Há demarcações cujos critérios são, por natureza, invisíveis. Pra que uma pessoa se diga agredida fisicamente, dentre outras coisas, é necessário que ela não tenha consentido formal ou tacitamente com o que lhe ocorreu – nem o desejado. Vejam como a coisa complica a partir daqui. Um atleta de lutas consente formalmente em receber ataques do seu oponente. Um mero praticante não competidor, consente tacitamente ao longo dos treinos. Em um treino de lutas, uma pessoa pode machucar outra ou ambas uma a outra mutuamente, contudo isto não é agressão, apesar de poder causar lesões e, em alguns casos, até sequelas mais graves. Até aqui a coisa é aferível. Só que há casos onde o elemento “desejo” é introduzido. Nos fetiches o desejo pode contrariar o consentimento. Uma pessoa pode desejar ser violentada, por exemplo. Ora, só é violentado aquele que NÃO CONSENTIU COM O ATO, logo o fetiche se configura pelo desejo de que lhe ocorra algo contra a sua vontade. Mas tal desejo NÃO pode ser confessado, pois sua confissão dilui o fetiche, desfaz a fantasia de violência sofrida. Se o fetichista diz “eu quis” já não há mais o elemento essencial do fetiche (a subjugação da sua vontade). Esta reflexão não será aprofundada. O objetivo é mostrar que, mesmo a agressão física chega a um ponto onde as configurações se tornam mais confusas.

Se há uma zona onde a caracterização da agressão física se torna mais dificultosa, pode se dizer que esta zona chega mais cedo no que diz respeito as agressões moral e emocional. A nebulosidade tem a ver com o fato de contar bastante o “sentimento de ter sido ofendido“. E não há critérios muito objetivos para se aferir tal sentimento. Se alguém me chamar de viado, eu não me sentirei ofendido e talvez até me sinta orgulhoso, porque isto pode significar que aquela pessoa percebe em mim sensibilidade, elegância, cultura e inteligência que ela não tem. Contudo, se alguém chamar um amigo meu gay de viado, é possível que ele fique PROFUNDAMENTE ofendido. Se eu chamar um destes meus amigos de viado, ele vai se derreter todo e fazer alguma viadagem sem vestígio algum de constrangimento. Outro dia, disse a minha amiga Q. que ela estava “mulher demais” (ela é hétero), porém ela ficou quase ofendida, argumentando que iria pensar muito em sua conduta porque se achava “bem mais macho do que qualquer homem”. Percebem a dificuldade? O aspecto subjetivo é preponderante. Não há como desconsiderá-lo, entretanto, em numerosas situações, as subjetividades entram em conflito. O que leva uma pessoa a se sentir ofendida? Ela pode se sentir ofendida por acreditar haver alguma intenção depreciativa nas atitudes de quem a “ofendeu”. Pode se sentir ofendida por se encontrar mais frágil no momento em que as coisas aconteceram, etc. Em suma, o “sentimento de ofensa” pode ser uma interpretação ou o resultado de um estado emocional provisório. Este é um problema que o Direito tenta resolver.

Como o corpo pode representar as agressões na histeria e nas doenças

Como as agressões podem ser representadas nas relações

Queila Trizotti

Quando eu conheci o Dr. estava em uma das fases mais difíceis da minha vida, acabado de terminar um relacionamento com problemas financeiros e com a vida profissional despencando, mas através da mentoria dele fui colocando cada coisa em seu devido lugar, hoje me considero uma pessoa extremamente feliz e realizada, e quando trabalhamos nossa força interior e autoconfiança as coisas simplesmente acontecem, eu evolui tanto e obtive tantos resultados, que hoje ajudo ele meu mentor dr Fabiano Goes, a levar a sua mensagem de transformação e desenvolvimento pessoal para maior número mulheres possível. E acredito tanto na causa e no propósito e na transformação que ele gera que atualmente me tornei co-produtora Dele, que pra mim é uma honra.

Etine Oliveira

Você realmente é um profissional incrível, pois consegue fazer qualquer assunto interessante. Transborda amor pelo que faz, e o resultado não poderia ser diferente. Nós que agradecemos por compartilhar tantas informações transformadoras e relevantes. Acredito quão feliz e realizado você fica com feedback positivo que tem proporcionado na vida de tantas pessoas. Obrigada por ser este profissional sensacional.

Daniela Diniz

Advogada

Dr. você me ajudou tanto através dos seus vídeos, que nem sei se conseguirei expressar por palavras p quanto bem você me fez/faz. Obrigado por me mostrar o outro lado da coisa (sem visão romantizada que o sendo comum tem sobre quase tudo). São os seus vídeos a minha primeira busca da manhã, pois lá através da linguagem mais objetiva e acessível do mundo, eu passei a entender coisas “simples” que jamais ninguém foi capaz de explicar. Obrigado por tudo… mil vezes obrigado!

Tati Haurani

Aprendi a me amar em primeiro lugar. Aprendi que a esperteza e a experiência são ais importantes que diplomas. Aprendi que devemos aprender alguma coisa todos os dias. Aprendi que “camarão que dorme a onda leva”. Aprendi que devo conviver com pessoas que me agregam alguma coisa. E que eu devo exercitar o tempo todo a arte de “dar e receber” pois mesmo achando que não estou recebendo, o Universo manda tudo vive boa de volta. Antes, eu só sabia ganhar dinheiro. Hoje eu sei ganhar tudo que quero!

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