Blog Posts publicados pelo Dr. Fabiano sobre diversos assuntos

Bancando a amiguinha

Escrevi este texto para homens, entretanto acho que as mulheres tem BASTANTE a aprender com ele.

Tem caras que se fazem idiotas por causa de mulheres muito desejáveis. Notem: não estou dizendo que elas os fazem de idiotas (o que também acontece), estou dizendo que ELES SE COLOCAM NESTA CONDIÇÃO. Mas por que eles fazem isto? A razão é a mesma que leva a maioria dos seres humanos a cometer as mais variadas trouxices: SENSO DE MERECIMENTO REBAIXADO. Quando (pelo que são) não se julgam suficientemente atraentes para elas, em vez de simplesmente aceitar, tentam compensar tal desequilíbrio com demonstrações de amizade desinteressada. Em suas cabeças confusas, a amizade permitirá aproximação gradual, até o momento em que poderão abrir seus corações e dar o bote. Quando se trata de mulheres pouco desejáveis, eles simplesmente dão o bote e pronto (ou então levam bem menos tempo para fazê-lo, chegando muitas vez a ser um tanto brutos), mas, quando se trata daquelas consideradas mais tops, eles resolvem ou ser romanticozinhos (outro erro sobre o qual falarei noutro texto) ou dar uma de amiguinhos com quem se pode contar para qualquer coisa. Os malucos viram choferes, saem para ouvir os problemas delas e ainda pagam a despesa, começam a frequentar o círculo das “amigas” (sem pegar nenhuma delas e não se dando conta de que estão ali porque, de alguma maneira, já são considerados MENINAS TAMBÉM). Em síntese, o tiro sai pela culatra: esta estratégia provoca uma deserotização tão acentuada que, num primeiro momento, são considerados os amiguinhos-irmãos-confidentes, porém, num segundo momento, PARA LACRAR, passam a ser sentidos como as “amiguinhas” submissas. É isto mesmo: elas deixam de senti-los como se fossem homens, logo tornar-se-á PRATICAMENTE IMPOSSÍVEL haver algum romance ou lance com eles algum dia, ainda que os achem as criaturinhas mais fofas do mundo – alias, é bom que se ressalve que os que detém o status de fofice, homens ou mulheres, não devem ficar muito empolgados por conta disto (explicarei melhor em outro momento).

O pior é que os caras que enveredam por este caminho obscuro não se transformam em meras amiguinhas, e sim em “amiguinhas submissas”, o que representa pertencer a uma categoria inferior: a categoria onde estão aqueles que só servem para prestar favores. Uma categoria equivalente a categoria dos bons empregados. Portanto, o que conseguem mesmo é a alegria de SERVIR VOLUNTARIAMENTE, sem direito a nenhuma espécie de contrapartida, a não ser a honra de serem considerados amiguinhos delas (o que também não vai durar muito tempo, pois elas cansam desta amizade-servil). Nos fins de semana e em dias de festa, eles são esquecidos. O que fazem nesta ocasião? CORREM ATRÁS DE ALGUMAS BOBOCAS, dispostas a aceitar estes farrapos humanos abandonados, que voltarão a rastejar tão logo suas “donas” se sintam entediadas e requisitem sua presença. Estas mulheres que se submetem a receber homens neste estado BAIXAM SEU VALOR DE FORMA QUASE IRREVERSÍVEL, assim como eles o fazem em relação as mulheres poderosas.

O ponto culminante desta auto-humilhação é quando eles começam a ouvir sobre os sentimentos delas (as mulheres por quem são apaixonadinhos) por outros homens. Creio que todo cara já passou por isto – eu, pelo menos, já passei -, e este é o ponto onde a humilhação chega a seu nível mais álgico, mais cruel. Só que os humilhados, mesmo tendo chegado ao estágio final, mergulham mais e mais, fingem se interessar e torcer pela solução do problema amoroso, contribuem com seus conselhos e são os que mais se dispõem a conversar sobre o tema. Para estas mulheres, eles desejam AVIDAMENTE mostrar o quanto são legais, o quanto podem ser prestativos (e nisto se prestam as mais ridículas situações).

Acredito que muitos caras ficarão aborrecidos com este texto, pois querem se sentir os caras legais e não as meninas subjugadas; e que muitas mulheres também ficarão, visto ser bom ter meninos idiotizados realizando suas vontades. No entanto não escrevo para aborrecer ninguém, e sim para dar aos que não querem mais ser trouxas a chance de analisar e melhorar suas condutas.

Fabiano Goes

Queila Trizotti

Quando eu conheci o Dr. estava em uma das fases mais difíceis da minha vida, acabado de terminar um relacionamento com problemas financeiros e com a vida profissional despencando, mas através da mentoria dele fui colocando cada coisa em seu devido lugar, hoje me considero uma pessoa extremamente feliz e realizada, e quando trabalhamos nossa força interior e autoconfiança as coisas simplesmente acontecem, eu evolui tanto e obtive tantos resultados, que hoje ajudo ele meu mentor dr Fabiano Goes, a levar a sua mensagem de transformação e desenvolvimento pessoal para maior número mulheres possível. E acredito tanto na causa e no propósito e na transformação que ele gera que atualmente me tornei co-produtora Dele, que pra mim é uma honra.

Etine Oliveira

Você realmente é um profissional incrível, pois consegue fazer qualquer assunto interessante. Transborda amor pelo que faz, e o resultado não poderia ser diferente. Nós que agradecemos por compartilhar tantas informações transformadoras e relevantes. Acredito quão feliz e realizado você fica com feedback positivo que tem proporcionado na vida de tantas pessoas. Obrigada por ser este profissional sensacional.

Daniela Diniz

Advogada

Dr. você me ajudou tanto através dos seus vídeos, que nem sei se conseguirei expressar por palavras p quanto bem você me fez/faz. Obrigado por me mostrar o outro lado da coisa (sem visão romantizada que o sendo comum tem sobre quase tudo). São os seus vídeos a minha primeira busca da manhã, pois lá através da linguagem mais objetiva e acessível do mundo, eu passei a entender coisas “simples” que jamais ninguém foi capaz de explicar. Obrigado por tudo… mil vezes obrigado!

Tati Haurani

Aprendi a me amar em primeiro lugar. Aprendi que a esperteza e a experiência são ais importantes que diplomas. Aprendi que devemos aprender alguma coisa todos os dias. Aprendi que “camarão que dorme a onda leva”. Aprendi que devo conviver com pessoas que me agregam alguma coisa. E que eu devo exercitar o tempo todo a arte de “dar e receber” pois mesmo achando que não estou recebendo, o Universo manda tudo vive boa de volta. Antes, eu só sabia ganhar dinheiro. Hoje eu sei ganhar tudo que quero!

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