Blog Posts publicados pelo Dr. Fabiano sobre diversos assuntos

Ele broxou

Quem já passou pela experiência de uma broxada sabe quanto pode ser desconcertante. Desconcertante para ambos os envolvidos: para o broxa porque vê sua imagem masculina ameaçada e para a outra parte porque pode se sentir desatraente ou mesmo por sentir pena de quem broxou. Recebo dezenas de mensagens sobre este assunto, por isto decidi fazer este texto. Se for entendido o mecanismo psíquico que desencadeia a broxada, é possível que, da próxima vez que alguém broxar contigo, vejas nisto motivo de satisfação e orgulho.

A Disfunção Erétil Psicogênica Eventual (a broxada) tem algumas causas, sendo a principal uma espécie de pressão emocional que se apossa da pessoa. Esta pressão pode ser ocasionada por duas razões: por uma primeira experiência sexual malsucedida e por supervalorização da pessoa com quem se vai transar. Vou explicar mais detalhadamente cada uma delas.

Primeira Experiência Malsucedida. Uma pessoa pode transar com outra e ter sua ereção perturbada por conta de stress, preocupação, uma sensação corporal ruim ou qualquer outra coisa. Se esta perturbação acontecer depois de algumas transas, tudo bem; mas se acontecer na primeira transa, pode ser um GRANDE PROBLEMA. Lembro do caso de um paciente meu. Ele havia saído algumas vezes com uma moça sem conseguir levá-la para a cama. Certo dia, estava se sentindo mal – intestino meio ruim -, ela o chamou para sair e ele concordou. Quando soube que ele havia se disposto a sair, mesmo não se sentindo bem, ela disse: “que bonitinho! Depois desta, terei que te dar. Vamos transar hoje ou outro dia?”. Ele poderia ter deixado para o dia seguinte, mas não quis desperdiçar a oportunidade. Pagou a conta e foram para um motel. O desfecho da história é que, por causa do desarranjo intestinal, seu pinto não endureceu, apesar de toda a boa vontade e complacência da moça. Enquanto ela tentava ajudar, ele pensava: “temos que voltar aqui outro dia, para que ela veja que hoje só não consegui em função do meu intestino”. Dias depois uma nova tentativa ocorreu. Só que agora ele possuía uma missão crucial: provar ser sexualmente viril e compensar o insucesso da vez anterior. Este propósito acarretava uma pressão imensa. Em seu íntimo, ele se perguntava: “se eu broxar novamente, será que ela vai me considerar inferior a outros com quem já transou?”. Isto o fazia se preocupar cada vez mais e, por fim, outra vez seu pinto ficou tão mole quanto uma bexiga vazia. A partir daí se originou uma hiper-intensão: provar sua virilidade para ela. Ele não buscava mais transar pelo prazer do sexo, mas sim para resgatar sua masculinidade ofendida. Esta pressão o fez totalmente impotente para esta moça, durante um bom tempo.

Supervalorização da Outra Pessoa. Supervalorizar a pessoa com quem se transa também pode provocar inibições sexuais. Perante uma pessoa supervalorizada, é natural haver um sentimento de inferioridade e uma consequente busca de reconhecimento. Lembro que certo autor disse que “o senhor de escravos que transava com suas servas NUNCA broxava, pois, para ele, não importava se elas iram gostar ou não, ele não buscava qualquer reconhecimento delas e, portanto, não sofria nenhuma pressão inibitória”. É uma experiência ambivalente: por um lado aquilo que é supervalorizado é muito mais desejável e desejado, por outro, o desejo não consegue se expressar porque o desejante fica inibido. Em virtude da sensação de inferioridade que decorre da supervalorização, o cara espera obter reconhecimento. A regra é que AQUELE QUE SE SENTE INFERIOR BUSQUE O RECONHECIMENTO DE QUEM JULGA SER SUPERIOR. O problema é que esta busca de reconhecimento lhe faz sentir que NADA PODE SAIR ERRADO, pois senão sua inferioridade vai ser confirmada. Isto resulta num medo. O medo resulta em uma pressão. A pressão pode resultar em inibições severas. E aí já se sabe…

Como a supervalorização é uma causa muito frequente de broxadas, se algum cara broxar contigo, não te desespera e até te envaidece, pois é provável que isto tenha acontecido porque ele te acha, por assim dizer, “areia demais para o caminhão dele”. Nada garante que ele continuará achando isto, portanto aproveita enquanto está acontecendo rsrs.

Queila Trizotti

Quando eu conheci o Dr. estava em uma das fases mais difíceis da minha vida, acabado de terminar um relacionamento com problemas financeiros e com a vida profissional despencando, mas através da mentoria dele fui colocando cada coisa em seu devido lugar, hoje me considero uma pessoa extremamente feliz e realizada, e quando trabalhamos nossa força interior e autoconfiança as coisas simplesmente acontecem, eu evolui tanto e obtive tantos resultados, que hoje ajudo ele meu mentor dr Fabiano Goes, a levar a sua mensagem de transformação e desenvolvimento pessoal para maior número mulheres possível. E acredito tanto na causa e no propósito e na transformação que ele gera que atualmente me tornei co-produtora Dele, que pra mim é uma honra.

Etine Oliveira

Você realmente é um profissional incrível, pois consegue fazer qualquer assunto interessante. Transborda amor pelo que faz, e o resultado não poderia ser diferente. Nós que agradecemos por compartilhar tantas informações transformadoras e relevantes. Acredito quão feliz e realizado você fica com feedback positivo que tem proporcionado na vida de tantas pessoas. Obrigada por ser este profissional sensacional.

Daniela Diniz

Advogada

Dr. você me ajudou tanto através dos seus vídeos, que nem sei se conseguirei expressar por palavras p quanto bem você me fez/faz. Obrigado por me mostrar o outro lado da coisa (sem visão romantizada que o sendo comum tem sobre quase tudo). São os seus vídeos a minha primeira busca da manhã, pois lá através da linguagem mais objetiva e acessível do mundo, eu passei a entender coisas “simples” que jamais ninguém foi capaz de explicar. Obrigado por tudo… mil vezes obrigado!

Tati Haurani

Aprendi a me amar em primeiro lugar. Aprendi que a esperteza e a experiência são ais importantes que diplomas. Aprendi que devemos aprender alguma coisa todos os dias. Aprendi que “camarão que dorme a onda leva”. Aprendi que devo conviver com pessoas que me agregam alguma coisa. E que eu devo exercitar o tempo todo a arte de “dar e receber” pois mesmo achando que não estou recebendo, o Universo manda tudo vive boa de volta. Antes, eu só sabia ganhar dinheiro. Hoje eu sei ganhar tudo que quero!

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